Meus dedos passeiam no escuro de sua ausência,
chegam a deslizar na vivaz lembrança
de sua pele a tocar-me
Que pude eu guardar
nessas pequenas caixinhas amontoadas
que chamo de
memórias?
não sei da chave
que as abre,
só sei da saudade que ficou do lado de fora.
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